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domingo, 4 de abril de 2010

Poema
EXÍLIO DELE NAS URUBUGUÁIAS

exilAdo nas urubuguáias
boi serapião do buriti
corre nos cerrAdos e grotões
tal marruá de tamAnca e reza

andarilho sem odres de couro
um patori desaplumbeAdo
na travessia das grAndes estórias
construindo em sete mil dias Dios

um antropomOrfa como
o veAdo do mistéRio
de gelos e vinhos tintos

ou o carCará castrAdo
vindo dos salEs noturnos
furnicAdo de marinhas

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